(ps. texto do orkut)
Os cangaceiros davam um nome de guerra para proteger a família do cabra contra perseguiçoes. Depois tornou-se praxe ritualista de entrada oficial no cangaço. Nem sempre o apelido pegava.
Por tática, isto é, para não dar gosto à polícia e para não abater a moral da população que o apoiava, lampião fazia com que certos cangaceiros de fama “nunca morressem”. Seus nomes eram repetidos, em DUPLICATA: Baraúna, Beija-Flor, Bentivi, Canário, Canjica, Chá Preto, Gavião, Jurema, Juriti, Medalha, Mergulhão, Mourão, Sabonete, Ventania, Zé Baiano; em TRIPLICATA: Azulão, Jararaca, Meia-Noite, Vila Nova, Zabelê… e até em QÜADRÜPLICATA: Sabiá.
ZÉ BAIANO
Quando Lampião deixou o cabelo crescer surgiram piadas com esse tema, então o Zé Baiano cangaceiro de Lampião Fez um Ferro de Ferrar gado com as iniciais “ZB” e toda mulher de cabelo curte que ele encontrasse a ferrava no rosto.
LUIS PEDRO
esse cangaceiro, fui um braco direito de lampião e ficou com ele ate o dia de sua morte.
VOLTA SECA
Este entrou no bando com apenas 11 anos de idade. Chegou a ser um dos cabras de maior confiança de Virgulino, mas depois de algumas brigas com o lider, acabou tendo que fugir depois de lampião jurar ele de morte.
Cabaou preso, e levado para a penitenciaria Daqui de Salvador/Ba onde cumpriu longos anos na cadeia, até sair e viver na sociedade, se tornando um marco histórico.
TRIPA SECA

Após ser derrotado por chapoln colorado, o grande tripa seca (Don Ramón Valdez), veio ao Brasil, e uniu-se a lampião como um cangaceiro.
JARARACA
Foi preso e assassinado a sangue frio quando Lampião invadiu Mossoró.
JESUÍNO BRILHANTE
também conhecido como o cangaceiro “Romântico”.Seu ingresso no cangaço deveu-se a questões menores, motivadas pela inimizade entre sua família e a inimiga dos Limão, que era protegida por poderosas oligarquias paraibanas e potiguares.
CORISCO
cangaceiro famoso por sua crueldade, valentia e beleza, também chamado de Diabo Louro.
ARVOREDO
Pertencia ao bando de Lampião.
Extraviara-se do bando em uma patrulha, quando do ataque àquele então povoado. Pegara dois meninos como reféns em Jaguarari, Bahia. Todo aparatado, foi pego de surpresa, desarmado e esfaqueado pelos dois. Degolado, teve suas mãos cortadas e levadas para que a polícia fosse acionada.
Sua sepultura está no cemitério velho com a letra “A”, somente. Sem datas, sem nada.
AZULÃO E RIQUEZA
ambos do bando de Lampião, logo após o “sumiço” dos irmãos Porcino. É sabido que o bando de Lampião, antes de ser assim denominado, era o bando dos Irmãos Porcino, Antônio, morto na Bahia por um oficial, e Pedro, morto pelo sogro em Sergipe, anos após ter-se casado no patrimônio Santa Brígida. Riqueza era um jovem rapaz, filho de um senhor de engenho. Este Riqueza, apesar da pouca idade, revelou-se muito corajoso e engenhoso, testemunha disso é a seguinte passagem:
Lampião ainda vivia sonhando em liquidar Zé Lucena, o assassino de seu velho pai.
(infelizmente jamais veio a conhece-lo pessoalmente.)Zé Lucena andava por esses tempos com a tal “esquadra volante”, milícia que formou com a jagunçada que ia encontrando pelo sertão afora.Lampião, para atraí-lo enviou o Riqueza, que se fez passar por recruta e foi inclusive “promovido” a cabo pelo “tenente Lucena”. Usava o nome de Cabo Matias.
CABELEIRA
Um dos pioneiros do cangaço, precursor deste movimento no sertão brasileiro.
LUCAS DA FEIRA
Poderemos falar do Lucas da Feira (1807-1849), de Feira de Santana, Bahia, apontado também, como um dos precursores do Cangaço.
COCHETE
Maritaca, baioneta, godhê, avelóz, Luis Padre, Zé Serena, Sila,